quarta-feira, 22 de agosto de 2007

À vossa consideração

Ontem coloquei um post sobre a ocupação nos estádios Portugueses. Teve da vossa parte, uma saudável participação.
Neste momento a AAC-OAF conta com quase 11mil sócios, ou seja metade dos vinte e tal mil de há uns anos.
Muitos consideram o preços dos bilhetes exagerado, outros a falta de uma política de marketing forte, e aí eu concordo.
Mas essa baixa assistência pode ser combatida, se houveram medidas importantes, e nesse aspecto houve comentários que me agradaram muito, e que expressa muitas das coisas que podem ser feitas no ECC:

Algumas medidas sugeridas por vós:


- Dar condições especiais e boas aos que mais pagam (cativos) , incluindo :
acesso ao restaurante, acesso ao parque de estacionamento, entrada VIP, acesso a um bar decente e a casas de banho limpas

-E dar o resto dos bilhetes, distribuindo-os por escolas (pré-primária, primária, secundária e ensino superior) com duas condições: identificação das pessoas para ficarem na base de dados da AAC-OAF e uso de insígnias, distintivos, bandeiras e equipamentos da AAC-OAF.

-Arranjar cheer-leaders, fazer acordos com as classes de ginástica da AAC para espectáculos no início e no intervalo dos jogos, promovam, de vez em quando, jogos dos escalões mais jovens antes do jogo principal.

-Além disso abram classes de ginástica de competição e manutenção, karaté, judo, basket, etc, no pavilhão multi-usos para promoverem a filação de mais pessoas da Solum na AAC-OAF.


-Realizar um protocolo com a Universidade de Coimbra de modo a que aquando da matrícula no respectivo curso, esteja subjacente a recepção de um cartão de sócio da AAC-OAF. Este cartão deve conter meio ano de quotas pagas e entrada gratuita em igual período.
Objectivo: Para se sentir o emblema e estar na disposição de pagar quotas e bilhetes de entrada, é primordial promover o afecto com a instituição.


-Erro da direcção da AAC-OAF: A distribuição de bilhetes coaduna-se numa estratégia de curto prazo, para não dizer de efeitos imediatos. Os adeptos têm de ser fidelizados numa perspectiva de médio/longo prazo. O adepto tem de se sentir tentado a ir ao estádio (através do cartão de sócio e entrada livre durante um período de tempo), após esse período de tempo vai sentir uma necessidade. É esta nova necessidade que o levará a ter uma despesa monetária para combater a rotina e afecto que adquiriu.


Sendo assim, já que esta discussão está quente, gostava de continuar a ouvir as vossas opiniões, para que um dia voltemos a ver o ECC com 15mil/20mil adeptos de preto.